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TERESINA
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Embratur e trade turístico de luxo se reúnem para debater práticas de ESG

Embratur e trade turístico de luxo se reúnem para debater práticas de ESG

Simone Scorsato, CEO da BLTA/Xodó, com Marina Barki, da Embratur

Embratur e trade turístico de luxo se reúnem para debater práticas de ESG

Agência apresentou ações sociais, de sustentabilidade e de governança em encontro com associados da *BLTA (Brazilian Luxury Travel Association), agora também denominada Xodó

A coordenadora de Sustentabilidade da Embratur, Marina Barki, participou do II Encontro ESG BLTA. O evento aconteceu entre o último domingo (7) e esta quarta-feira (10) em Itacaré, no Litoral Sul da Bahia. Barki apresentou as ações de sustentabilidade, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) realizadas em 2023 e os objetivos futuros da área de ESG da Agência.

A participação da Embratur no II Encontro ESG BLTA “Caminhos e Convergências para cocriar destinos de futuro” faz parte do acordo de cooperação técnica (ACT) que o órgão tem com a Xodó by BLTA. O encontro reuniu representantes dos empreendimentos associados, parceiros e jornalistas para discutir práticas de ESG no ramo do turismo e hospitalidade de luxo, e criar uma Carta de Princípios sobre o tema.

“A BLTA tem dado mais ênfase à pauta de ESG, assim como a Embratur tem priorizado pautas com foco no ambiental, social e governança. No ano passado, tivemos um primeiro encontro. Agora estamos tendo o segundo com debates, discussões e conversas, e a intenção da BLTA é sair daqui com um manifesto de ESG, uma cartilha de boas práticas para os associados”, explicou a coordenadora da Embratur.

Ainda segundo ela, “a Embratur vai neutralizar as emissões de gases de efeito estufa do encontro, dentro do acordo que tem com a BLTA.” “Ou seja: nós compensaremos as emissões de todos os presentes por meio da compra de créditos de carbono, levando em conta seu destino de origem e seu destino final após o evento”, complementou.

Descarbonização e diversidade
Entre as diversas iniciativas já tomadas pela Agência e apresentadas por Barki estão a descarbonização das atividades da Embratur e inserção da pauta da sustentabilidade nas ferramentas do turismo internacional, no eixo ambiental. Outra ação importante foi tornar a Agência mais diversa e inclusiva, e promover a segurança do turista internacional, no eixo social.

E no eixo da governança, Mariana Barki falou, entre outros tópicos, sobre o desenvolvimento de competências relacionadas às políticas de anti-corrupção e o alinhamento da Embratur com as melhores práticas internacionais, com a adesão à Declaração de Glasgow para o Turismo e Pacto Global da ONU, que aconteceu em setembro do ano passado. Trabalhos que vêm sendo continuados em 2024.

“O evento é muito importante para esse nicho de atuação do trade do turismo. O turismo de luxo dá muita importância e não pode existir hoje sem sustentabilidade, sem olhar para os princípios de ESG de diversidade, inclusão e governança corporativa. E a Embratur também, porque reforçamos nosso comprometimento com esses princípios tanto internamente quanto para os parceiros externos. Também mostramos que o Brasil tem empreendimentos de excelência e que mostram o melhor do Brasil para o turista estrangeiro: sua autenticidade, diversidade, inclusão e sustentabilidade”, detalhou Barki.

Emprego, renda e responsabilidade ambiental
Conforme a coordenadora explicou em sua apresentação, o turismo é um segmento estratégico do desenvolvimento sustentável do Brasil. O setor é transversal e gera emprego e renda “através da valorização da nossa cultura e diversidade”, e promove a preservação e regeneração do meio ambiente “para reconstruir a imagem do Brasil no exterior”.

“Teve apresentação do Sistema B, que já tem alguns empreendimentos certificados, meios de acomodação associados da BLTA, e eu apresentei a nova gestão Embratur, o foco que temos dado a esses pilares, cultura, sustentabilidade, afroturismo, experiências autênticas, o que foi feito no ano passado em ESG e o caminho que estamos trilhando olhando pra fora. O objetivo é sair daqui com possíveis parcerias com associados da BLTA e certificadoras e multiplicar essas boas práticas”, avaliou.